Histórias para ouvir com atenção

segunda-feira, 31 de março de 2014

De pequenino se afina o ouvido

Olá, Pequenada!
 Os vossos colegas do JI de Regateiros, num dia destes, tiveram um agradável e bem animada surpresa, que acabou em festa.
Querem saber o que aconteceu?




De pequenino se afina o ouvido, foi o que pretendeu o Jorge Ventura e o Rafael Silva  da associação Emcantos- Associação de Inovação e  Tradições- Cunhas/Moinhos da Gândara, quando se deslocaram ao JI de Regateiros, dando a conhecer aos mais pequenos a música tradicional portuguesa.Colocando em destaque os instrumentos e a respetiva sonoridade que a todos agradou. 




Para além do contacto visual com os instrumentos, as crianças identificaram-nos, manusearam-nos e experimentaram, afinal é mesmo de pequenino que se afina o ouvido.



Quando há um instrumento musical e um músico que o toca, de imediato  se solta o ritmo e a melodia e num abrir e fechar de olhos temos  a festa e a visita da alegria, pois foi mesmo isso que aconteceu! Terminando esta bem animada e ritmada atividade num ambiente festivo. 

Para o êxito desta visita, não é preciso pensar em grandes justificações, basta dizer que andou por lá um acordeão, uns cavaquinhos, um adufe e...
Mas não fiquem com inveja do que aconteceu no JI de Regateiros, em breve o Jorge e o Rafael também vão ao vosso Jardim.
 Preparem-se, fiquem à espera de notícias da BE-A.

Sapatos , sapatinhos e sapatões- exposição

Olá , Pequenada !
 Eu não vos disse  que os vossos colegas do JI de Cova da Serpe decoraram  uns sapatinhos  com muita imaginação e que levaram para a EB2/3 Pintor Mário Augusto, para uma exposição? 
Aqui está a prova. Ficaram em destaque, devidamente identificados e apreciados por todos.
Vocês vão gostar de certeza!







A Árvore Generosa

 Olá, Pequenada!
Os vossos colegas do JI  de Regateiros participaram num a atividade dinamizada pelo serviço educativodo Museu Municipal da Figueira da Foz,  acomaonhados pelos colegas dos JI de Cova da Serpe, Camarção , Pedros e da Casa da Criança da Figueira. 
A atividade integrou-se na  comemoração do Dia Mundial do Teatro, desenrolou-se por várias etapas e em vários  espaços  e teve como principal objetivo explorar a obra A Árvore Generosa, de Shel Silverstein.
A Dr.ª Virgínia Espadinha foi a principal entusiasta e animadora da atividade contando também com a colaboração  das educadoras e  assitentes operacionais  que acompanharam as crianças.
Querem ver como tudo se passou?

Mealheiros Solidários

 Olá, Pequenada
 Os meninos e meninas do JI de  Regateiros, juntamente com outros colegas, tiveram uma ideia genial, que resultou numa  boa prática social. Vamos ver  qual foi a iniciativa/atividade que dinamizaram.
«O jardim-de-infância de Regateiros em articulação com a escola do 1º EB1 de Castanheiro e os jardins de Infância de Camarção e Pedros/Morros, concretizaram o projeto “Mealheiros Solidários”, que teve como objetivo principal a angariação de fundos e sensibilização da comunidade educativa para as causas sociais, neste caso a favor dos Bombeiros Voluntários da Figueira da Foz.
 



 
O pontapé de saída foi dado no do Dia da Poupança com a apresentação para todas as crianças envolvidas, da história que integra valores da poupança, a “A cigarra e a formiga”, seguida da mostra dos mealheiros realizados por cada escola/jardim-de-infância.
 
Todas as crianças tiveram a oportunidade de levar uma vez o mealheiro comum da sua escola /jardim-de-infância, para em conjunto com os seus pais e familiares, realizarem o peditório de angariação de fundos. Graças ao envolvimento e à colaboração destes foi possível angariar uma quantia generosa, que os Bombeiros Voluntários tiveram oportunidade de receber, numa visita que fizeram ao jardim-de-infância de Regateiros. Graças á solidariedade da comunidade envolvente foi possível ajudar quem mais precisa. Bem-haja a todos os que cooperaram connosco!»
 



 
 
Graças à solidariedade da comunidade envolvente foi possível ajudar quem mais precisa. Bem-haja a todos os que cooperaram connosco!»

domingo, 30 de março de 2014

Não incomodem!

Olá, Pequenada!
Todos sabem que não se deve incomodar o lobo mau, sobretudo quando ele está nas suas leituras !
Agora, basta ver o aviso na porta, para não entrarem. O lobo mau  está concentrado e fica furioso se o interrompem. Uma interrupção pode significar uma ideia que se perde.
 Obrigada meninos e meninas do JI de Cova da Serpe.
 As histórias podem-nos  levar até onde  quisermos ir, basta um empurrãozinho .


Sapatos, sapatinhos e sapatões

 Olá, Pequenada!
Os colegas do JI da Cova da Serpe têm novidades.
Na sequência da ida  à Biblioteca Municipal da Figueira da Foz para verem a exposição "Caminhe Connosco", acompanhados pelos  colegas da EB2/3 Pintor Mário Augusto, surgiu o desafio "E se nós também decorássemos os  nossos sapatos?" Desafio aceite que tal fazermos também uma exposição ? Como não há duas  sem três , alguém teve a ideia de irmos s fazer a exposição às Alhadas e  aproveitávamos para visitar a BE-A e  dinamizarmos uma hora do conto "O sapato das histórias"?
E das propostas passou-se à concretização e lá foram eles ...
O que não estavam à espera é de serem recebidos pelos colegas grandes do 8º G que foram os perfeitos anfitriões da visita.






Como  bons anfitriões levaram os convidados a conhecer a escola e os vários serviços.

 Gostaram do que  viram : do bar «…”onde” os meninos compram coisas para comer ao lanche e os professores bebem café…»; do refeitório “grande” «”onde” almoçam os meninos das Alhadas…»; da papelaria «”onde” compram papel, lápis, canetas…» ; da biblioteca «”onde” há muitos livros para “ler”… e “onde” a Natércia conta histórias na parede…») e da secretaria «“onde” os meninos vão buscar os cartões para comprar o almoço…». A Matilde viu o ginásio ao longe «onde os meninos fazem ginástica, quando está a chover…» e alguns meninos viram o jardim pequenino. O Afonso gostou da máquina (quiosque), «onde» os meninos compram o almoço com um cartão, veem o que é o almoço (ementa) e o dinheiro que têm… e claro, como é muito curioso, quis saber como é que os meninos poem o dinheiro no cartão. 
Depois chegou a vez de mostrarem os  sapatos que fizeram com  a ajuda do pai e da mãe, da mãe ou da avó. Que lindos e imaginativos que estavam! Vimos  o sapato borboleta, o sapato  bailarina, o sapato da praia, o da primavera,  o sapato de festa, o sapato do Homem  Aranha, o saapto veloz, o sapato amigo do Ambiente, o sapato risonho  e o sapato de todos. Todos foram avaliados com a nota máxima e todos ganharam o primeiro prémio . Os seus autores estão de PARABÉNS.

Depois seguimos umas pégadas e fomos encontrando sapatos para todas as estações, para cada ocasião, sapatos de  desporto, sapatos  que só gostam de estar em casa, sapatos de trabalho, o sapato turista que veio da Holanda pasaar  as férias a Portugal e até cruzamos com a Tina Patina o sapato  mais velos de todos e no fim da caminhada  ainda fomos barrados pela bota da tropa/polícia  que estava a li para cuidar da segurança, mas  quando viu que íamos em paz  lá nos deixou chegar à BE-A, onde encontrámos a  DªAldina que, no verão, gosta mais de andar descalça e não foi esquecida a ferradura, o "sapato" dos animais de tração.


 Finalmente na biblioteca....
Ainda vimos mais sapatos, sapatinhos e sobretudo SAPATÕES e uma grande  mala de viagem que  já correu mundo e que tinha sapatos dos lugares por onde passou, tinha sapatos de Marrocos e da Lapónia, da terra do Pai natal, feitos com pele de rena.


Depois foi o momento da história. Em destaque estiveram os  "Gatos Janotas" que por serem tão  vaidosos foram ao sapateiro, chapeleiro e costureira, pedir botas, chapéus e gravatas.



E no fim acabaram numa grande festa.... com muita dança  e muita música.
 O tempo foi curto, ainda ficaram  histórias por contar, já prometidas para uma próxima visita.
O autocarro já estava a apitar, mas ainda houve tempo para saborearem um moranguito, antes do almoço que  já estava à sua espera.


 OBRIGADA POR TEREM VINDO.
 ATÉ À PRÓXIMA!